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Juan Francisco Casas: Incríveis pinturas hiperrealistas feitas com ca

As imagens que se seguem podem parecer meras fotografias, mas a verdade é que são pinturas feitas exclusivamente com uma esferográfica de ponta azul. O autor, Juan Francisco Casas, iniciou-se neste tipo de pintura há cerca de 3 anos, baseando-se em fotografias dos seus amigos quando saíam juntos...

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Caminito del Rey: a travessia da morte

Posted by Monica Lemos | Posted in Locais | Posted on 22-02-2010

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Construído nas rochas do Desfiladeiro dos Gaitanes, em El Chorro perto de Málaga, o Caminho do Rei é um passadiço pedonal com cerca de 3km de extensão e pouco mais de um metro de largura. Em certos pontos do percurso o caminho chega a ter 100mts de altura em rocha vertical sobre o rio.

As obras de construção foram iniciadas em 1901 e concluídas em 1905, permitindo o acesso e transporte de materiais pelos trabalhadores a 2 pontos da barragem Hidroeléctrica de El Chorro.
Em 1921 o Rei Alfonso XIII inaugurou a barragem e percorreu o passadiço, ficando desde então conhecido como “Caminito del Rey“.

O passadiço pedonal deixou de ter manutenção e hoje encontra-se bastante degradado e com partes em falta, no entanto não deixa de ser procurado por montanhistas e aventureiros. Em 1999 e 2000 ocorreram 4 acidentes ,mortais devido a quedas e desde então foi proibida a sua utilização. No entanto devido à falta de vigilância continua a ser visitado por inúmeras curiosos e aventureiros, tendo, inclusivamente, sido criada uma multa que pode atingir os 6000€ para quem lá fosse apanhado.

Devido ao seu valor histórico, desde 2008 que a câmara local está a tentar angariar fundos para a sua reconstrução, estando previsto o início das obras para este ano e a sua conclusão em 2012.

Fonte

Abaixo podem ver um vídeo da travessia de um troco deste caminho verdadeiramente assustador.
Eu conheço pelos menos uma pessoa que não punha lá os pés…

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Falésia de Moher: O mais assustador circuito de bicicleta do mundo

Posted by Monica Lemos | Posted in Locais | Posted on 26-09-2009

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A falésia de moher, é um dos mais maiores pontos de atração turística da Irlanda. Com uma extensão de 8 km e erguendo-se 214 metros acima do oceano Atlântico, esta falésia é também um dos locais mais extremos para  prática de extreme biking. Os adeptos deste perigoso desporto têm de pedalar por trilhas com apenas 10 cm de largura e saltar 1,2 metros por cima de abismos, lutando ainda contra as mais adversas condições atmosféricas. Qualquer passo em falso pode significar uma queda de 200 metros em direção às gélidas águas do Atlântico.

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As ilhas mais perigosas do mundo

Posted by Monica Lemos | Posted in Locais | Posted on 19-09-2009

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Cinco serpentes por metro quadrado: ILHA DA QUEIMADA GRANDE

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Situada a 35 quilómetros do litoral do estado de São Paulo, esta ilha tem a maior densidade populacional de cobras do mundo. Aliás, o seu nome deriva das grandes queimadas feitas por pescadores na costa da ilha para matarem as cobras que os atacavam. São mais de 15 mil e calcula-se que entre duas a quatro mil dessas serpentes sejam da espécie jararaca-ilhoa, a mais venenosa do mundo. Em duas horas a sua picada letal faz com que os órgãos deixem de funcionar. Há dois casos antigos conhecidos, de um pescador encontrado morto num barco e de um faroleiro e família que foram atacados durante a noite. Segundo as estatísticas, a ilha tem um total de 5 cobras por metro quadrado. Hoje está desabitada e o acesso apenas é permitido a cientistas e analistas ambientais.

Crocodilos ao ataque: ILHA DE RAMREE

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Nesta ilha do sudoeste asiático foi registado um dos maiores ataques de crocodilos que se conhece. A 19 de Fevereiro de 1945, um grupo de soldados do exército japonês viu-se encurralado pelas forcas dos Aliados. A única hipótese de fuga era um pântano com 30 quilómetros que separava a ilha da costa da Birmânia. Dos cerca de 900 soldados que mergulharam, 500 foram mortos pelos crocodilos-de-água-salgada, os maiores repteis que existem no mundo. São animais que chegam a atingir os nove metros, conhecidos pelos ataques aos humanos. Existem milhares na ilha.

 Sem conseguir respirar: ILHAS IZU

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Ilhas de sonho que formam um arquipélago no Pacifico, a sul de Tóquio, com uma particularidade especial: são todas vulcânicas. Numa dessas pequenas ilhas, Miyakejima, com uma área de 55 metros quadrados, o vulcão monte Oyama tem entrado em erupção várias vezes nos últimos anos. Uma das mais recentes, em Julho de 2000, obrigou a retirada total dos habitantes. Cinco anos depois, os mesmos habitantes foram autorizados a voltar a ilha, com uma condição: usarem sempre máscaras de gás que protegem contra os elevados níveis de enxofre. A população deste arquipélago ronda as nove mil pessoas, que diariamente estão sujeitos a níveis atmosféricos altamente perigosos, resultante da actividade vulcânica. Para piorar a situação, as ilhas ficam numa zona de encontro de três placas tectónicas e são, por isso, mais vulneráveis a terramotos.

 Da peste aos fantasmas: ILHA DE POVEGLIA

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A sua localização é paradisíaca, no meio da Lagoa de Veneza. Mas o seu historial é tudo menos perfeito. Começa no tempo dos Romanos, que deportavam para lá todas as vítimas de doenças contagiosas. Quando, na Idade Média, a peste negra assolou a Europa, a ilha de Poveglia tornou-se o local para onde eram levados não só os infectados mas também os mortos. Calcula-se que lá tenham morrido mais de 160 mil pessoas. Mais tarde foi usada como mosteiro e colónia, mas a sua fama ficou sempre ligada aos últimos habitantes, os doentes de um hospital psiquiátrico onde, em 1922, um medico não menos desequilibrado ficou conhecido por torturar e matar os pacientes. Uma lenda diz que, desde que morreu, assombra o local e ninguém consegue habitar a ilha. O acesso a Poveglia é proibido aos turistas e mesmo os venezianos recusam-se a visitá-la.

 Uma ilha de resíduos: SOPA DE LIXO DO PACIFICO

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Imagine uma superfície compacta, duas vezes superior a área de França, toda composta de lixo. Uma autentica ilha de resíduos (90% plásticos), resultado do lixo produzido pelos países banhados pelo Pacífico Norte. E uma zona onde corre um movimento lento, em forma de espiral, por onde passam várias correntes que trazem o lixo da costa para o meio do oceano. A sua existência foi descoberta em finais da década de 80 e hoje é um problema para milhares de espécies marinhas. O plástico não biodegradável vai-se desfazendo em pequenos pedaços, do tamanho de plâncton. Os peixes confundem as substâncias e alimentam-se dos restos de resíduos, acabando por morres. Este lixo também já começou a chegar, as toneladas, a algumas praias 

Artigo retirado da revista Sábado, numero 274.

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